III Encontro Regional de Montanha – 22 e 23 Abril 2006

 

O Pedestrianismo foi o tema abordado na terceira edição do Encontro Regional de Montanha. Seguindo os objectivos que lançaram esta iniciativa, todos os Clubes regionais filiados na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal tiveram oportunidade de colaborar e participar.

No Sábado, dia 22 de Abril, pelas 10h00 realizou-se a abertura do evento com a presença do Clube Aventura da Madeira, Clube de Campismo da Madeira e Club Pés Livres, seguindo-se duas palestras, uma sobre a Sinalética da FCMP para os percursos pedestres, proferida pelo representante do CAMadeira, António Ferro Olival e a segunda subordinada ao tema “Como preparar uma saída para um percurso pedestre” apresentada pelo representante do Clube de Campismo da Madeira, Heliodoro Gonçalves.

Ambas as acções prenderam a atenção dos 65 participantes, interessados em temáticas relacionadas com a prática do pedestrianismo.

Em relação à sinalética dos percursos pedestres foi dada uma atenção especial as marcas que passaram a referenciar os percursos pedestres de pequena rota, alguns em fase de sinalização na Madeira. A regulamentação, o registo nacional de percursos pedestres e a respectiva homologação tem em vista transformar os percursos devidamente sinalizados em infra-estruturas vocacionadas para a prática desportiva, ambiental e de lazer.

Os aspectos a ter em conta antes de sair para um percursos pedestre, desde a escolha do itinerário, o calçado, o vestuário até alimentação para a actividade foram dadas a conhecer ou a lembrar.

Após as palestras seguiram-se dois percursos pedestres com dificuldades diferentes, mais acessível o itinerário entre o Palheiro Ferreiro e a Camacha com organização do Clube de Campismo da Madeira e outro, mais longo e com piso mais irregular, entre o Poiso e as Quatro Estradas, da responsabilidade do Club Pés Livres.

Para o Domingo, 23 de Abril, o Clube Aventura da Madeira preparou uma marcha de dificuldade elevada no Parque Ecológico do Funchal. Num percurso de cinco horas, com desníveis acentuados, trilhos estreitos, ou com muita vegetação para ultrapassar, a paisagem e os bonitos recantos visitados compensaram todo o esforço dispendido.

Enquanto decorria esta marcha, um grupo de aficionados da escalada esteve na Boca do Buraco, no Pico do Areeiro, a escalar vias clássicas.